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| 10/11/2005 |
    Por onde começar
Escrito por Roberta às 00h02
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| 09/11/2005 |
"Contudo são os nossos sonhos e projetos que movem o mundo. É aquilo que ainda não tenho, que ainda não consegui, que me faz ir a luta; que me faz trabalhar para alterar a realidade" (João Francisco Duarte)
Escrito por Roberta às 23h56
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Escrito por Roberta às 23h48
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Escrito por Roberta às 23h39
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O ambiente infantil
Em muitas salas de aula de educação infantil os brinquedos ficam em lugares fora do alcance das crianças para facilitar o adulto pois este oferece poucos brinquedos as crianças e na hora de juntar fica mais fácil. “Em geral os ambientes infantis tem sido pobremente planejados, pois geralmente são orientados para atender as necessidades do adulto do grupo como um todo, desconsiderando as necessidades própria das crianças” (CARVALHO e RUBIANO (1994 p.108). Considerando essas palavras também podemos ver nas salas que as decorações também são escolhas dos adultos. E essas decorações são guardadas de um ano para outro e usadas novamente.
Escrito por Roberta às 14h05
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Escrito por Roberta às 13h38
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Escrito por Roberta às 13h15
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Escrito por Roberta às 12h34
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O que é arte?
Discutir o que é arte nos dias de hoje é complicado pois o que pode ser ou é arte para mim pode não ser para outra pessoa. Pensar sobre o que é arte, também requer pensar em que ambiente o material a ser analisado este inserido, pois a cultura, a época e outros fatores influenciam a opinião do individuo e da sociedade. “Ora, é importante ter em mente que a idéia de arte não é própria a todas as culturas e que a nossa possui uma maneira muito específica de concebe-la.” (COLI, p.64) Sendo assim, também é importante ter claro que “a noção de arte que hoje possuímos não teria sentido para o artesão-artista que esculpia os portais românticos ou fabricava os vitrais góticos. Nem para o escultor que realizava Apolo no mármore ou Poseidon no bronze. Nem para o pintor que decorava as grutas de Altamira ou Lascaux.” (COLI, p.64)
Ir ao museu e olhar a arte de outra época (ex. quadro da Monalisa) provoca um sentimento. Para mim, é um sentimento de perfeição no sentido que as pinturas eram como fotos, os pintores pintavam perfeitamente o que queriam retratar. A arte foi modificando. Hoje quando eu vejo uma pintura como o de Poolok sinto que muitas vezes não sinto nada, que a idéia foi original, mas com o tempo se tornou sempre a mesma coisa. Mas arte se modifica e é utilizada não só para fazer exposições mas na publicidade e em outros momentos. “originários de outras épocas e de culturas distantes, mas agora disponíveis e ao alcance de nossa percepção, os objetos artísticos mudaram ou modificaram seus estatutos, funções, sentidos. A máscara africana deixou de ser, para nós, instrumento mágico, é arte(...)”(COLI, p.69)
A arte não é a pintura, a escultura, a fotografia, a montagem de materiais, etc. O que diferencias, por exemplo, se uma foto é arte ou não é preciso perceber o sentido e o processo que foram feitas as fotos. No filme fotos proibidas fica claro isto, as fotos tinham toda uma preparação da posição dos modelos e depois de prontas como e onde elas seriam expostas, para que provocassem algum sentimento nas pessoas que olhassem a exposição. “A arte, no entanto, exige um conjunto de relações e de referências muito mais complicadas.” (COLI, p.115)
Ainda penso que discutir o que é arte é algo individual de cada pessoa; e que a minha opinião pode mudar ao longo do tempo devido as mudanças que ocorrem na vida. Mas para mim, arte eh tudo aquilo me provoca algum sentimento, bom, ruim, de cansativo,...
Escrito por Roberta às 12h18
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| 24/10/2005 |
Assitindo a apresentaçao de Élcio Rossini senti uma vontede que aquilo acabasse logo, e depois que acabou e ele disse que a inteção era essa fiquei impressionada. O "resultado" da apresentaçaõ tinha dado certo pelo menos para mim.
Escrito por Roberta às 14h27
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Objetos para Ação
Montagem realizada no dia17 de maio de 2004.
"O ar capturado é a matéria que se deixa modular. O que o aprisiona é um fino tecido com cores vibrantes. O ar, esse elemento sem corpo visível, deixa-se ver porque assume a configuração da forma que o contém, e o objeto que o captura torna-se inflado, mole. O objeto ergue-se repleto de ar, para em seguida cair pesado sobre o chão, que o acolhe e o achata. Engolindo o ar, ele arma-se, revela-se pleno, resiste, faz sua delicada oposição ao movimento do corpo para depois descer até o piso, e aí deixa que o seu prisioneiro escape, lentamente ele expira o ar que o mantém vivo. No chão, sem o ar que lhe empresta o volume, ele achata-se até ser apenas um plano de cor. Estendido, murcho, ele espera pelo seu parceiro, que continua, como sempre, em volta dele e de tudo mais.Cor plana deitada no chão. O objeto, essa forma inerte de tecido, não tem ele mesmo a capacidade de capturar o ar que está em todo o espaço. Presença que não se deixa ver, mas que tudo ocupa. É o movimento do meu corpo que conecta ar e objeto. O corpo movimenta-se, desloca-se pelo espaço, desarruma o ar e agita a serenidade invisível de sua presença. O corpo sente o ar, todavia não o vê, respira, mas não o vê. O corpo enche-se de ar e, motivado pela vida que dele extrai, agita-se, desloca-se e leva consigo pelo espaço esse objeto vazio. Essa forma murcha engole a substância que a revela. Cheia de ar, a forma deixa-se ver por inteiro. O corpo, assim como a forma manipulada, está sempre enchendo e esvaziando. O corpo está todo no espaço e é a partir dele que o espaço multiplica suas direções. O corpo, ligando essas duas naturezas, objeto e ar, desdobra cores e formas. Amalgamados, objeto, ar, corpo, movimento e espaço encontram-se no tempo propondo ritmos e durações. Tantos olhares olham esses objetos e suas formas mutantes, para neles verem criaturas marinhas, balões de gás, reis, rainhas, serpente, dragão, farto vestido, capa, anêmona, bola, coelho, casa, casulo. Formas geométricas que o ar e o olho de quem vê distorce. O que os olhos vêem nesses volumes e que insiste em se desfazer? Formas breves que o corpo conduz pelo espaço. As formas nunca são as mesmas, por mais que o corpo movimente-se com precisão repetindo o mesmo gesto escolhido. É o olhar que dilata esses corpos e amplia suas formas para o espaço particular de quem olha."(Elcio Rossini)
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Escrito por Roberta às 14h15
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O filme
 Com a colaboração da Fundação Robert Mapplethorpe, que cedeu as fotos reais utilizadas em uma exposição no ano de 1990, o diretor Frank Pierson pode contar a história do curador do Centro de Artes Contemporâneas de Cincinnati, Dennis Barrie (James Woods, de Fantasmas do Passado), agenda uma exposição ambulante de fotos de Robert Mapplethorpe, ele sabe que trouxe um evento de sucesso e, ao mesmo tempo polêmico, para a cidade. Ao ver a exposição, com fotos sexualmente explícitas de crianças e homens nus, o xerife da cidade, Simon Leis (Craig T. Nelson) fecha a Mostra e processa Barrie por obscenidade. Porém ,determinado a lutar pelo seu objetivo, Barrie resolve encarar os riscos, para proteger o direito de liberdade de expressão prometido na Constituição a todos os cidadãos americanos, mesmo que para isso ele perca o emprego e até, a família.
Escrito por Roberta às 13h56
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O que penso sobre arte?
Este é o meu prtifólio. Ele foi elaborado de acordo com o que foi vistos nas aulas e o que eu aprendi, ou tentei aprende, ou nao aprendi. O prtifólio nao tem uma sequência para se seguida. Espero que tenham gostadoou gostem ou detestem, que pelo menos sintam algo..
Escrito por Roberta às 13h46
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